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segunda-feira, 19 de abril de 2010

ESPAÇO AÉREO DA GRÃ-BRETANHA AINDA PERMANECE FECHADO. veja matéria sobre o caos




Quem olha o céu azul que tem feito nos últimos dias na Europa não acredita que possa existir um perigo no ar. Tanto que já começaram as pressões sobre o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, para que ele cobre das autoridades da Aeronáutica uma resposta, uma agilidade na reabertura dos aeroportos, como se ele tivesse poder para isso.

É, aliás, a notícia de todos os jornais de Londres hoje. As companhias aéreas querem voar, os técnicos estão divididos.

França, Espanha, Alemanha e Holanda, entre outros países, já reabriram o espaço aéreo baseados em testes feitos com aviões sem passageiros, que voaram para avaliar a qualidade do ar. Mas a Grã-Bretanha não embarcou nessa decisão. Os aeroportos vão ficar fechados pelo menos até amanhã, às 12h.

Um continente no chão, problemas nas alturas: o maior caos da história da aviação já deixou quase 10 milhões de passageiros ao redor do mundo, a ver aviões.

O brasileiro Fernando Pinto, que é presidente da companhia portuguesa, a TAP, compara esse momento ao caos aéreo provocado pelos ataques terroristas nos Estados Unidos, em 2001. E acredita que a indústria aérea mundial vai levar muito tempo para se recuperar das perdas: “A indústria terá prejuízo recorde, não há dúvida nenhuma. Isso é pior que o 11 de setembro em termos de prejuízos”.

Só na Grã-Bretanha, onde todos os aeroportos estão fechados desde quinta-feira passada, os prejuízos das companhias aéreas chegam ao equivalente a R$ 2,5 bilhões. Dessa conta não faz parte o incalculável prejuízo dos passageiros.

A publicitária Natalie Gil mora em Londres, mas ia para o Brasil de férias. Seria madrinha de casamento de um primo dela em São Paulo, no sábado que passou. Natalie mostra o vestido que ia usar na festa e a mala, que já estava feita: “Eu estava crente que seria só por um dia. Não achava que ira demorar tanto para poeira baixar. Comecei a sentir tudo que eu perdi. Tudo o que eu iria perder no Brasil”.

Muita gente está buscando alternativas: os trens partem lotados, os barcos que atravessam o Canal da Mancha, entre a Grã-Bretanha e o continente, também. É como se a Europa tivesse voltado no tempo, ao início do século passado quando ainda não existiam aviões.

Segundo os técnicos, a fumaça vulcânica contém, entre outros elementos químicos, silício, componente do vidro. Isso, quando entra numa turbina, pode entupir os reatores. Enquanto a Europa está total ou parcialmente no chão, o mundo inteiro sofre as consequências.
VÍDEO E MATÉRIA:http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2010/04/espaco-aereo-da-gra-bretanha-segue-fechado-nesta-segunda-feira.html


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