ASSUNTO DA SEMANA: O JULGAMENTO DO CASAL NARDONI - ATUALIZADO EM 24/03 ÀS 13:22 ... novas atualizações durante o dia.

PERITA SE DIZ ÚNICA CAPAZ DE FAZER TESTE DO SANGUE DA VÍTIMA
A resposta foi dada após Rosângela ser qustionada pelo promotor Francisco Cembranelli se havia alguém presente no tribunal naquele momento capaz de repetir os testes. A pergunta de Cembranelli foi uma tentativa de descredenciar a presença da advogada e perita Roselle Soglio, contratada pela defesa do casal Nardoni para contestar as provas técnicas elaboradas pelo IC.
Rosângela afirmou ainda que havia manchas de sangue visíveis no lençol da cama e na tela de proteção da janela. Com o auxílio do reagente ‘blue star’ foram identificadas marcas no apartamento e no veículo do casal Nardoni. (Por Kleber Tomaz)
A delegada Renata Pontes encerrou seu depoimento às 14h10 desta terça-feira (23). Ela foi a segunda testemunha a ser ouvida no julgamento do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da filha dele, a menina Isabella. Com o encerramento do depoimento, o júri entrou em recesso para o almoço. De acordo com o Tribunal de Justiça, os trabalhos devem ser retomados às 15h.
Renata, que era a delegada plantonista do 9º Distrito Policial, no Carandiru, Zona Norte, quando ocorreu o crime, começou a ser ouvida às 10h15. Ela foi arrolada como testemunha tanto da acusação quanto da defesa. Em seu depoimento, a delegada afirmou ter “100% de certeza” da culpa do casal na morte de Isabella. Ela também reforçou que a investigação foi bem conduzida, considerando todas as possibilidades e investigando inclusive pessoas citadas pelo casal Nardoni.
Ainda devem ser ouvidas nesta terça como testemunhas de acusação o médico Paulo Sergio Tieppo, legista do Instituto Médico-Legal (IML) que analisou o corpo de Isabella; a perita Rosangela Monteiro, do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa, que fez o laudo sobre a cena do crime; e o perito baiano Luis Eduardo Carvalho. O julgamento começou na segunda-feira (22), e deve seguir até o fim da semana. (Por Luciana Bonadio, BLOG DO PORTAL G1 SOBRE O CASO)
ADVOGADO DE DEFESAFALA SOBRE O PORQUÊ DE PEDIR UMA ACAREAÇÃO ENTRE A MÃE E O CASAL.
O advogado de defesa, Roberto Podval, chegou por volta de 9h ao Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo, para o segundo dia do júri, que vai decidir se Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta de Isabella Nardoni, 5, são culpados ou inocentes na morte da menina, em março de 2008. Podval comentou o pedido feito ontem por ele para que Ana Carolina Oliveira, mãe da menina, seja mantida confinada no fórum como testemunha para uma acareação entre ela e o casal. “Eu só posso convocá-la se ela ficar [no fórum]. Se dispensá-la, não posso mais. É a vida de duas pessoas em jogo”, afirmou.
O advogado explicou que ainda não tem certeza se precisará da acareação. “Isso vai depender do depoimento deles [casal]. O depoimento deles pode ter alguma contrariedade com o depoimento dela e aí eu preciso colocá-los frente a frente”, afirmou.
Sobre o depoimento de Ana Oliveira, que aconteceu ontem, Podval afirmou que não pode dizer se ela falou a verdade ou não. “Eu preciso primeiro falar com o Alexandre. E vou falar agora”, disse.
Para ele, o que ficou claro com o depoimento dela é que havia um conflito entre família. “Eles brigavam, tinham ciúmes, não era relação harmônica. E não era culpa de um ou de outro. Isso é da vida. Eu só quero mostrar como não há, como não havia e eu não consigo entender como haveria razão para uma brutalidade tão grande”, falou.
Podval acrescentou ainda que não sabe o que esperar do depoimento do pedreiro Gabriel Santos Neto, que trabalhava na obra vizinha ao prédio dos Nardoni e chegou a dizer que o local foi arrombado. O advogado, que arrolou o pedreiro como testemunha de defesa, disse que Neto “está confuso”.
os textos dessa postagem são retirados da página do blgo do portal G1 sobre o caso.
No segundo dia do julgamento de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá serão ouvidas testemunhas comuns à defesa e à acusação. Estão marcados os depoimentos da delegada Renata Helena da Silva Pontes, do médico legista Paulo Sérgio Tieppo Alves e da perita criminal Rosângela Monteiro. Uma quarta pessoa, pedida pela assistência de acusação e ainda não identificada, será a quarta testemunha. O julgamento será retomado às 9h no Fórum de Santana, na Zona Norte. A previsão é que os depoimentos se estendam até às 21h desta terça-feira (23) neste segundo dia de julgamento. (Com informações da TV Globo)
O julgamento de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, FOI RETOMADO ÀS 9H DESTA TERÇA-FEIRA (23), na sala do júri do Fórum de Santana, na Zona Norte de São Paulo. Os depoimentos das quatro testumunhas que serão ouvidos nesta terça deverá durar até as 21h . O casal é acusado da morte da garota, que caiu de um apartamento no sexto andar de um prédio localizado no Carandiru, também na Zona Norte, na noite de 29 de março de 2008.
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MÃE DE ISABELLA NARDONI, FICARÁ A DISPOSIÇÃO DA JUSTIÇA, A PEDIDO DA DEFESA...PROMOTOR ACHA "LAMENTÁVEL"
O promotor Francisco Cembranelli considerou “lamentável” o pedido da defesa para deixar a mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira, à disposição da Justiça para a realização de uma eventual acareação.
“Eu considerei lamentável, um comportamento desumano. Ana Carolina, além de perder a filha, vai ser privada de assistir ao julgamento. Vai sofrer bastante, vai ficar sozinha, absolutamente isolada”, afirmou o promotor.
Segundo ele, a mãe de Isabella pretendia se juntar ao restante da família, que acompanha o júri do casal Nardoni pela plateia. “Faltou um pouco de bom senso.”
De acordo com Cembranelli, o choro de Ana Carolina é “natural”. “Ela perdeu a filha e está tendo que reviver sob essa pressão emocional. Eu procurei poupá-la na medida do possível. Fiz pouquíssimas perguntas. Há necessidade de termos respeito, mesmo em um julgamento longo como esse.”
Ele também considerou “normal” a emoção dos jurados. (Por Luciana Bonadio, BLOG PORTAL G1 SOBRE O CASO)












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