Países têm até amanhã para apresentar planos de corte de emissão de gás-estufa


O termo “informações nacionais” foi usado para diplomaticamente ressaltar a soberania das partes e aplacar a ira dos países em desenvolvimento, especialmente a China , avessos a qualquer compromisso internacional juridicamente vinculante.
Como cada nação escolhe qual será o ano-base dos cortes, a próxima tarefa de ambientalistas e cientistas será tentar calcular seu real significado em relação a 1990, referência consagrada no Protocolo de Kyoto. A meta americana, que está em um projeto de lei parado no Senado , fixa um corte de 17% em relação a 2005. Na comparação com 1990, no entanto, o recuo é de 4%, mais ou menos.
Íntegra do Acordo de Copenhague (formato .pdf, 2,3 páginas, em inglês)
O Brasil aprovou em lei o corte, até 2020, da emissão de gases-estufa entre 36,1% e 38,9%. A referência para o corte não é ano nenhum. É o que o país estaria emitindo se nada fosse feito.
“Precisamos de máxima transparência sobre os números, sobre os cálculos e projeções feitas pelo governo (brasileiro)”, afirma no comunicado Carlos Rittl, coordenador do Programa Mudanças Climáticas e Energia da entidade da WWF Brasil. “É necessário um plano muito eficiente para atingir tais metas e mesmo ir além.”












0 opiniões:
Postar um comentário