AFINAL, QUAL É O CUSTO PARA SE CRIAR UM GAME DE COMPUTADOR?
Seja pela inovação de conceitos ou pela pura melhoria técnica, a indústria de jogos tenta se superar a cada ano, trazendo ao público não somente melhores efeitos gráficos e sonoros, mas também narrativas e tomadas mais elaboradas, que já se aproximam das grandes produções do cinema.
A complexidade dos video games também subiu, exigindo que os times de desenvolvimento se expandissem. De vinte pessoas passamos para mais de duzentas. Os times que antes davam conta de tudo agora são responsáveis apenas pela criação de um efeito na cena. Não é à toa que vemos grandes obras, tais como Halo, Uncharted 2: Among Thieves, Gears of War e Call of Duty: Modern Warfare 2. Mas você já parou para pensar o que e quanto foi gasto para se criar esses maravilhosos games.
Se esta é uma das suas curiosidades em relação ao mundo dos games, fique ligado e aproveite o especial de hoje, porque nós mostraremos todos os detalhes, envolvendo as principais plataformas de jogos da atualidade e os investimentos nas franquias mais populares.
Nosso conteúdo não está restrito somente às grandes produções: abordaremos também o universo do desenvolvimento independente — com ou sem apoio de ferramentas especializadas — e seus respectivos custos para os iniciantes. Quem sabe você não sai daki com uma vontade de se tornar um desenvolvedor? Vamos lá!
Falando dos computadores, temos logo de cara a plataforma de desenvolvimento mais barata, robusta e flexível de todas — que serve inclusive de apoio para as demais. Os interessados na criação de games se depararão rapidamente com uma série de ferramentas, algumas gratuitas e outras pagas, mas todas com o objetivo de simplificar o processo.

O conhecimento de uma linguagem de programação — como C++, C, Java, Python ou C# — é indispensável, mas o que não falta na internet é material de apoio gratuito. Uma simples busca por portais como o YouTube rendem pilhas de vídeos explicativos, com direito a exemplos práticos e sugestões.
Nos PCs, as pessoas também têm liberdade de escolha para criar jogos extremamente simples, focados em mercados web, como MSN Messenger, Orkut e sites em Flash. Os que levarem tudo mais a sério ainda podem recorrer à compra de uma licença de uso de soluções como a Unity (que possui inclusive uma versão específica para iPhones).

Existem diversos pacotes de distribuição, sendo o mais simples deles gratuito. Já os pacotes mais robustos começam em US$ 649 e vão até US$ 1499.
Os caminhos fáceis do desenvolvimento independente
Entretanto, de todas as companhias que visam a criação de conteúdo nos computadores, uma das que mais merece destaque é a Microsoft. Ela não somente é detentora de uma das mais intuitivas ferramentas de criação, mas como também da plataforma XNA de desenvolvimento, que serve inclusive para a construção de aplicativos no Xbox 360.
Para quem não conhece, o Kodu é uma das formas mais fáceis de criar um jogo, sendo possível que até mesmo pequenas crianças possam desenvolver suas ideias e colocá-las em prática na tela. E acredite: os gráficos dos jogos produzidos são geralmente tridimensionais.

Qual o segredo para tanta praticidade? A quase completa eliminação do contato com o código. O usuário simplesmente escolhe um estilo a ser seguido para o game, insere, modela e modifica os objetos e programa seus comportamentos por um enorme sistema de causa e efeito.
Por exemplo, ao colocar uma nave na tela, você abre um menu de ações, determina que ela voa para frente quando o jogador pressiona uma tecla X e que ela voa para trás com a tecla Y. O melhor de tudo é que a Microsoft liberou o Kodu Game Lab.












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