
Nesta quarta-feira, a chamada “minireforma” eleitoral, que foi amplamente debatida na Comissão de Constituição de Justiça do Senado e ganhou 88 emendas, emperrou quando a discussão chegou na questão da sucessão de governantes que tenham sido cassados e no uso da internet.
Quem entrou na defesa da questão foi justamente José Sarney. A filha dele, Roseana Sarney, tomou posse nessas circunstâncias - após a cassação do governador do Maranhão eleito Jackson Lago (PDT), pois Roseana ficou em segundo lugar na disputa pelo governo do Maranhão. "Não é possível que uma lei ordinária estabeleça eleições indiretas para prefeito", defendeu Sarney.
O peemedebista argumentou que é inconstitucional a realização de eleição indireta para o cargo de governador e prefeito que tenham o mandato cassado nos dois últimos anos de governo.
Na tarde desta quinta-feira, em plenário, o senador Aloízio Mercadante (PT-SP) criticou a falta de continuidade das votações. "Acho um erro desta mesa esvaziar a pauta, que deve ser votada no máximo até terça-feira que vem. Em vez de fazer homenagem à Justiça, homenagem maior seria a votação de uma boa reforma eleitoral", disse.












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