SEGURO DE MICHAEL JACKSON NÃO COBRIA MORTE POR OVERDOSE
"Essa apólice não cobre nenhuma perda direta ou indiretamente decorrente ou resultante de (...) posse ilegal ou uso ilícito de drogas e seus efeitos", informa o documento da seguradora AEG obtida pelo jornal "Los Angeles Times".
As autoridades que investigam a mort
e do cantor acreditam que o anestésico Propofol tenha causado a morte de Jackson. Embora o medicamento seja legalizado, o uso doméstico da drog
a não é permitido.
O valor do seguro pela morte do cantor é de cerca de US$ 17,5 milhões (aproximadamente R$ 31,8 milhões).
E MAIS____________________________________________________
MAIS DE UAM DROGA PODE TER CONTRIBUÍDO PARA A MORTE DE MICHAEL
Horas antes da morte de Michael Jackson, o médico do cantor administrou uma série de sedativos combinados ao uso do poderoso anestésico que o rei do pop utilizava para dormir, de acordo com um oficial envolvido nas investigações da morte do cantor. A combinação pode ser considerada segura se feita da maneira correta, mas potencialmente letal se não.
O oficial afirmou que o tipo de sedativos que o médico de Michael, Conrad Murray, administrou no cantor foram benzodiazepinas, normalmente utilizadas para acalmar pacientes antes de cirurgias. Murray disse aos investigadores que as doses foram dentro das prescrições médicas, segundo o oficial, que revelou partes do depoimento sob a condição de não ter sua identidade revelada.
Mesmo a níveis aceitáveis, as benzodiazepinas podem intensificar a ação do anestésico propofol, que diminui a capacidade respiratória. O uso das duas drogas pode ter um efeito desastroso.
Murray, que administrava as drogas em uma sala da mansão alugada do rei do pop, disse aos investigadores que Jackson parou de respirar na manhã do dia 25 de junho e que ele não conseguiu reavivá-lo. O médico é figura central na investigação de erro médico, mas as autoridades ainda não o classificaram oficialmente como um suspeito.
Em um depoimento por escrito, o advogado de Murray, Ed Chernoff, refutou as informações do oficial e disse que é "ridículo" a consideração de que o médico administrou a Michael diversas drogas.
"Nós não vamos responder a nenhuma acusação de uma fonte não-identificada", escreveu Chernoff.
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