"GM DO BRASIL NÃO ENTRA NO BOLO DA CONCORDATA"
SEGUNDO SUPERINTENDENTES DA EMPRESA BRASILEIRA NÃO HÁ O PORQUE DA VENDA DA "GM BRASIL".
e a OPEL???
O presidente da General Motors do Brasil e operações Mercosul, Jaime Ardilla, afirmou nesta terça-feira que a filial brasileira da montado
ra americana não será vendida nem dependerá de investimentos da matriz pelos próximos cinco anos porque consegue se sustentar sozinha. "Nunca se pensou nisso, (vender a GM do Brasil) não faria o menor sentido", disse o executivo em entrevista coletiva na sede da empresa em São Caetano. "A GM no Brasil é lucrativa, na China é lucrativa. Nessas unidades não precisamos de recursos da matriz por um bom tempo e podemos caminhar tranquilamente com os nossos próprios meios." O acordo estipula que o comprador realizará um investimento significativo para financiar o futuro dos produtos Hummer, segundo a GM. Além disso, a fábrica da GM em Shreveport, em Louisiana (EUA), continuará contratando a montagem dos modelos H3 e H3T, pelo menos durante 2010. A General Motors declarou ontem a maior quebra industrial da história dos Estados Unidos, ao obter a permissão do Tribunal de Falências em Manhattan (Nova York) para vender seus ativos, após acumular uma dívida de US$ 172,8 bilhões. O principal interessado nos ativos da GM é o Departamento do Tesouro dos EUA, que dará à empresa, fundada há 100 anos, bilhões de dólares para se transformar em seu principal acionista. A General Motors passará por uma grande reestruturação e, em um prazo de 60 a 90 dias, emergirá nos Estados Unidos como uma nova companhia sustentada em suas marcas Cadillac, Chevrolet, Buick e GM.
ra americana não será vendida nem dependerá de investimentos da matriz pelos próximos cinco anos porque consegue se sustentar sozinha. "Nunca se pensou nisso, (vender a GM do Brasil) não faria o menor sentido", disse o executivo em entrevista coletiva na sede da empresa em São Caetano. "A GM no Brasil é lucrativa, na China é lucrativa. Nessas unidades não precisamos de recursos da matriz por um bom tempo e podemos caminhar tranquilamente com os nossos próprios meios." O acordo estipula que o comprador realizará um investimento significativo para financiar o futuro dos produtos Hummer, segundo a GM. Além disso, a fábrica da GM em Shreveport, em Louisiana (EUA), continuará contratando a montagem dos modelos H3 e H3T, pelo menos durante 2010. A General Motors declarou ontem a maior quebra industrial da história dos Estados Unidos, ao obter a permissão do Tribunal de Falências em Manhattan (Nova York) para vender seus ativos, após acumular uma dívida de US$ 172,8 bilhões. O principal interessado nos ativos da GM é o Departamento do Tesouro dos EUA, que dará à empresa, fundada há 100 anos, bilhões de dólares para se transformar em seu principal acionista. A General Motors passará por uma grande reestruturação e, em um prazo de 60 a 90 dias, emergirá nos Estados Unidos como uma nova companhia sustentada em suas marcas Cadillac, Chevrolet, Buick e GM. e a OPEL???
Filial alemã da GM, a Opel recebeu a primeira ajuda financ
eira estatal com o primeiro lance para um empréstimo ponte no valor de 300 milhões de euros (US$ 423 milhões). A Opel informou hoje que esta injeção financeira garante sua continuidade apesar do pedido de concordata da matriz. O ministro de Finanças alemão, Peer Steinbrück, anunciou o pagamento à montadora do primeiro lance do empréstimo ponte - financiamento emergencial utilizado antes de uma outra transação - do Estado, cujo valor total é de 1,5 bilhão de euros (US$ 2,115 bilhões), garantido pelo Governo alemão e pelos Estados federados. Em declarações à emissora pública de rádio "Deutschlandfunk", Steinbrück ressaltou que, ao contrário do que foi inicialmente previsto, o grupo austríaco-canadense Magna, o novo acionista majoritário da Opel, não será obrigado a participar desse financiamento para o resgate da montadora. A Magna e seus sócios russos Gaz e Sberbank devem adquirir 55% da Opel, enquanto a General Motors manterá outros 35%. Os 10% restantes ficariam nas mãos dos funcionários, segundo o que foi acordado no final de semana passado com o Governo alemão.
eira estatal com o primeiro lance para um empréstimo ponte no valor de 300 milhões de euros (US$ 423 milhões). A Opel informou hoje que esta injeção financeira garante sua continuidade apesar do pedido de concordata da matriz. O ministro de Finanças alemão, Peer Steinbrück, anunciou o pagamento à montadora do primeiro lance do empréstimo ponte - financiamento emergencial utilizado antes de uma outra transação - do Estado, cujo valor total é de 1,5 bilhão de euros (US$ 2,115 bilhões), garantido pelo Governo alemão e pelos Estados federados. Em declarações à emissora pública de rádio "Deutschlandfunk", Steinbrück ressaltou que, ao contrário do que foi inicialmente previsto, o grupo austríaco-canadense Magna, o novo acionista majoritário da Opel, não será obrigado a participar desse financiamento para o resgate da montadora. A Magna e seus sócios russos Gaz e Sberbank devem adquirir 55% da Opel, enquanto a General Motors manterá outros 35%. Os 10% restantes ficariam nas mãos dos funcionários, segundo o que foi acordado no final de semana passado com o Governo alemão.












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